UC01537

Organizar as operações do plano operacional de exploração florestal

Carga horária
25 horas
Pontos de crédito
2,25
Nível de qualificação
5

Resultados de aprendizagem

Realizações

  • Planear as atividades de proteção da biodiversidade.
  • Planear as atividades de produção lenhosa.
  • Planear as atividades de aproveitamento dos recursos não lenhosos.
  • Planear as atividades de manutenção das infraestruturas.
  • Planear as operações silvícolas.

Critérios de desempenho

  • Definindo o sistema de exploração que melhor se ajusta às características do terreno e do povoamento.
  • Verificando as condições do terreno e efetuando o levantamento da área de corte.
  • Identificando as zonas de proteção e as áreas sensíveis na área de exploração.
  • Definindo métodos de abate e de extração de produtos florestais e de resíduos.
  • Determinando os fatores que condicionam e influenciam a produtividade.
  • Garantindo a segurança e a minimização dos impactos ambientais durante as operações de exploração florestal.

Conhecimentos

  • Exploração Florestal – proteção da biodiversidade, produção lenhosa, aproveitamento dos recursos não lenhosos, operações silvícolas, infraestruturas florestais.
  • Caraterísticas do terreno - topografia, declives.
  • Delimitação da área do abate - áreas de proteção com especial interesse, zonas ripícolas, zonas de abate difícil, áreas sujeitas a gestão especial (locais com interesse histórico e arqueológico), áreas sensíveis.
  • Linhas de água – localização, locais de travessia.
  • Sistema de exploração do arvoredo - circuitos de rechega, trilhos de extração, carregadouros e parques de receção (localização e dimensionamento), tipo de produto a obter, necessidades de maquinaria e equipamento, tipo de corte e de povoamento, diâmetro das árvores, rede viária.
  • Operações de Abate - árvores a abater, tipos de abate (manual, mecânico e semi-mecânico), operações complementares do abate (descasque e empilhamento), sistemas de abate, método de abate.
  • Operações de rechega e extração - distância média de extração.
  • Operações de carregamento e transporte - dimensão dos toros, tipo de carregamento e de transporte, tempo de viagem, cargas úteis.
  • Operações de tratamento e extração de resíduos - tipo de resíduos, método de recolha, mercado de destino, distribuição no terreno (dispersos, em cordão ou em pilha), operações intermédias de tratamento dos resíduos.
  • Operações de extração de resina - divisão do pinhal em parcelas homogéneas, distância entre parcelas, inventário das parcelas, distância média entre árvores resináveis, espaçamento das renovas, número de renovas por ferida.
  • Equipamento de proteção individual (EPI).
  • Normas de segurança e saúde no trabalho florestal.
  • Normas de proteção ambiental.

Aptidões

  • Programar as operações de abate de árvores.
  • Programar as operações de rechega e extração.
  • Programar as operações de carregamento e transporte.
  • Programar as operações de tratamento e extração de resíduos.
  • Programar as operações de extração de resina.
  • Definir os percursos de entrada e saída de viaturas.
  • Definir o local de início e a direção do abate.
  • Definir as zonas para manutenção ou reparação das máquinas.
  • Definir a localização e a dimensão dos carregadouros.
  • Determinar a quantidade de resíduos existentes por hectare.
  • Definir o tipo de maquinaria e equipamentos a utilizar nas operações de recolha e tratamento de resíduos.
  • Calcular os custos do abate, da rechega e do transporte.
  • Calcular os custos de recolha e tratamento de resíduos.
  • Calcular os custos de extração de resina.
  • Cumprir os regulamentos e legislação aplicável em vigor.
  • Utilizar o equipamento de proteção individual e coletiva.
  • Aplicar as normas de segurança e saúde no trabalho.
  • Aplicar as normas de proteção ambiental.

Atitudes

  • Responsabilidade pelas suas ações e pelas de terceiros.
  • Autonomia no âmbito das suas funções.
  • Sentido de organização.
  • Sentido crítico.
  • Respeito pelas regras e normas definidas.

Qualificações onde entra

O que o dossiê desta unidade te pede

A parte do dossiê técnico-pedagógico que cabe ao formador, para esta unidade:

  • o programa ou o plano do módulo, com o objetivo geral e os objetivos específicos;
  • um plano de sessão para cada sessão, com introdução, desenvolvimento e conclusão;
  • as fichas técnicas das atividades;
  • os instrumentos de avaliação, com a proposta de resolução.

No Docendo escolhes a unidade e propomos a divisão em sessões. Depois geramos cada sessão com o plano, as atividades e os instrumentos, e mudas tudo numa estrutura só.

Uma divisão possível em sessões

Com 25 horas, por exemplo:

  • 5 sessões de 5 horas
  • 6 sessões: 5 de 4 horas e 1 de 5 horas

É só um exemplo: a divisão é tua e da entidade formadora.

As regras que o Docendo verifica

Das 24 regras pedagógicas do Docendo, estas aplicam-se a cada módulo e a cada sessão:

  • C1 Objetivos presentes
  • C6 Três fases
  • C7 Introdução completa
  • C8 Desenvolvimento teórico-prático
  • C9 Conclusão completa
  • C10 Os tempos somam
  • C11 Proporção das fases
  • C13 Regra dos 30/70
  • C15 Três momentos de avaliação
  • C16 Comunicação dos resultados
  • C17 Avaliação em condições equivalentes
  • C18 Recursos declarados
  • C19 Prever alternativas
  • C20 Conteúdos no desenvolvimento
  • C24 Cobertura de domínios

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Fonte: Catálogo Nacional de Qualificações, lido a 31/10/2026.