UC03431

Implementar medidas de bem-estar animal para criar, cuidar, treinar e utilizar os cavalos

Carga horária
25 horas
Pontos de crédito
2,25
Nível de qualificação
4

Resultados de aprendizagem

Realizações

  • Analisar a informação acerca do bem-estar animal no maneio, treino utilização e criação de cavalos.
  • Executar e monitorizar os procedimentos e as boas praticas de bem-estar animal.
  • Avaliar as medidas de bem-estar animal em coudelarias, centros hípicos, escolas de equitação e centros e explorações equestres e propor melhorias.

Critérios de desempenho

  • Garantindo as boas praticas e procedimentos na criação, treino, maneio e uso do cavalo de acordo com as recomendações e normas de bem-estar animal.
  • Monitorizando de forma atenta e sistemática fatores e indicadores de stress, desconforto e alterações de comportamento e propondo medidas de melhorias.
  • Cumprindo os requisitos legais e as normas de segurança, proteção individual, de biossegurança e da qualidade.

Conhecimentos

  • Definição de bem-estar animal.
  • Legislação e enquadramento legal Europeu e Nacional do bem-estar animal.
  • Bem-estar animal em coudelarias, centros hípicos e centros equestres – ao longo do ciclo de vida, nas instalações, maneio e utilização.
  • Características biológicas e comportamentos naturais do cavalo – reação de fuga, visão, audição, interação social com outros cavalos necessidades de movimento, comportamentos de conforto e comportamentos anormais.
  • Necessidades essenciais e os cuidados a ter com os cavalos -alimentação, água, cuidados de saúde e higiene de rotina e cuidados veterinários, contacto com outros cavalos, espaço de movimentação.
  • Fatores a ter em conta no bem-estar dos cavalos.
  • Fatores desencandadores de stress - sinais e indicadores de stress e mecanismo de resposta fisiológica ao stress.
  • Medidas de bem-estar animal na conceção e manutenam das instalações interiores e espaços exteriores – tipos, características e boas praticas.
  • Medidas para o bem-estar animal - Essenciais (água, nutrição e alimentação) e secundárias (profilaxia sanitária, biossegurança, maneio, saúde, crescimento, comportamento, transporte).
  • Boa praticas de bem-estar animal no maneio e treino e utilização – Equipamento (mecânicos, de contenção, os arreios); uso do cavalo (desporto, lazer e turismo).
  • Boa praticas de bem-estar – na alimentação/hidratação; na reprodução (reprodução, parto e desmane responsável).
  • Legislação e enquadramento legal Europeu e Nacional do bem-estar animal.
  • Normas de gestão de resíduos.
  • Equipamentos de proteção individual (EPI).
  • Normas de segurança e saúde no trabalho.
  • Normas de proteção ambiental.
  • Normas da qualidade.
  • Normas de bem-estar animal.

Aptidões

  • Identificar os fundamentos de bem-estar animal.
  • Interpretar legislação e regulamentos relativos ao bem-estar animal.
  • Enumerar as necessidades essenciais para o bem-estar na criação, maneio, treino e uso do cavalo.
  • Exemplificar a importância do bem-estar animal em centros equestres.
  • Descrever o impacto que o bem-estar animal tem na saúde, no crescimento dos cavalos.
  • Aplicar os procedimentos e as boas praticas de bem-estar animal.
  • Diferenciar o comportamento normal do comportamento atípico.
  • Reconhecer situações em que o bem-estar animal pode estar comprometido.
  • Pesquisar informação e sugerir medidas para incrementar o bem-estar animal.
  • Aplicar as normas de gestão de resíduos.
  • Utilizar os equipamentos de proteção individual.
  • Aplicar as normas de segurança e saúde no trabalho.
  • Aplicar as normas de proteção ambiental.
  • Aplicar as normas da qualidade.
  • Aplicar normas de bem-estar animal.

Atitudes

  • Responsabilidade pelas suas ações.
  • Autonomia no âmbito das suas funções.
  • Iniciativa e proatividade.
  • Empenho e persistência na resolução de problemas.
  • Sentido de organização.
  • Empatia.
  • Respeito pelas regras e normas definidas.
  • Respeito pelos princípios de bem-estar animal.

Qualificações onde entra

O que o dossiê desta unidade te pede

A parte do dossiê técnico-pedagógico que cabe ao formador, para esta unidade:

  • o programa ou o plano do módulo, com o objetivo geral e os objetivos específicos;
  • um plano de sessão para cada sessão, com introdução, desenvolvimento e conclusão;
  • as fichas técnicas das atividades;
  • os instrumentos de avaliação, com a proposta de resolução.

No Docendo escolhes a unidade e propomos a divisão em sessões. Depois geramos cada sessão com o plano, as atividades e os instrumentos, e mudas tudo numa estrutura só.

Uma divisão possível em sessões

Com 25 horas, por exemplo:

  • 5 sessões de 5 horas
  • 6 sessões: 5 de 4 horas e 1 de 5 horas

É só um exemplo: a divisão é tua e da entidade formadora.

As regras que o Docendo verifica

Das 24 regras pedagógicas do Docendo, estas aplicam-se a cada módulo e a cada sessão:

  • C1 Objetivos presentes
  • C6 Três fases
  • C7 Introdução completa
  • C8 Desenvolvimento teórico-prático
  • C9 Conclusão completa
  • C10 Os tempos somam
  • C11 Proporção das fases
  • C13 Regra dos 30/70
  • C15 Três momentos de avaliação
  • C16 Comunicação dos resultados
  • C17 Avaliação em condições equivalentes
  • C18 Recursos declarados
  • C19 Prever alternativas
  • C20 Conteúdos no desenvolvimento
  • C24 Cobertura de domínios

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Fonte: Catálogo Nacional de Qualificações, lido a 31/10/2026.