UFCD 10285

Dança contemporânea - contacto improvisação

Carga horária
50 horas
Pontos de crédito
4,5
Nível de qualificação
4

Objetivos

  • Identificar os elementos da técnica de contacto improvisação.
  • Executar o movimento a partir dos reflexos e da intuição.
  • Aplicar técnicas de contacto e improvisação.
  • Executar movimentos através do toque.
  • Reconhecer a importância da espontaneidade na comunicação e expressão.

Conteúdos

  • Noções básicas da técnica de contacto improvisação
    • Contextualização - a teoria de Steve Paxton
    • Princípios básicos de um experiência que atua
      • Nas articulações
      • Na tonicidade muscular de partes do corpo e no corpo todo
      • Na posição do centro de peso, intenção e atenção do corpo
      • No sistema vestibular
      • Nos sistemas simpáticos e parassimpático
      • Entre as sensações de contenção e expansão
  • Prática do contacto improvisação - movimento orgânico intuitivo e reflexivo
    • Exercícios para ativar os sentidos: o tato, a visão, a audição, o paladar, o olfato, e o sentido quinestésico
    • Exercícios sobre a gravidade
      • Sensação do peso momentum
      • Jogar com o peso (em relação ao chão ou a um parceiro)
      • Força centrífuga, queda (glissade; roulade)
      • Grounding
      • Tipos de contrapeso, contrapeso entre contrabalanço, dependência / independência, suportar e ser suportado, arriscar, impulso, transferência de peso, sensação de voo, lifts
    • Exercícios do toque - rolling contact point; tocar e ser tocado
    • Dar e receber: olhar, toque, objecto
    • Suporte: estável, móvel, as 5 posições daquele que é suportado
    • Coração: as 4 direcções do coração (abertura; empatia; afecto; amor)
    • Exercício “Score” de Nancy Stark Smith
    • Chegada energética / física
    • Kinesfera, expandir a kinesfera, coincidir 2 kinesferas,
    • Atracção, coincidência, confluência, passar, repulsão, intersecção, confluência, divergência, colisão, toque, contraste, tangente, “streaming”, “gap”,
    • Resolução da sala, reflexão
    • Exercícios de chão: “helix”, “croissant”, “roulés”

Qualificações onde entra

O que o dossiê desta unidade te pede

A parte do dossiê técnico-pedagógico que cabe ao formador, para esta unidade:

  • o programa ou o plano do módulo, com o objetivo geral e os objetivos específicos;
  • um plano de sessão para cada sessão, com introdução, desenvolvimento e conclusão;
  • as fichas técnicas das atividades;
  • os instrumentos de avaliação, com a proposta de resolução.

No Docendo escolhes a unidade e propomos a divisão em sessões. Depois geramos cada sessão com o plano, as atividades e os instrumentos, e mudas tudo numa estrutura só.

Uma divisão possível em sessões

Com 50 horas, por exemplo:

  • 10 sessões de 5 horas
  • 13 sessões: 12 de 4 horas e 1 de 2 horas

É só um exemplo: a divisão é tua e da entidade formadora.

As regras que o Docendo verifica

Das 24 regras pedagógicas do Docendo, estas aplicam-se a cada módulo e a cada sessão:

  • C1 Objetivos presentes
  • C6 Três fases
  • C7 Introdução completa
  • C8 Desenvolvimento teórico-prático
  • C9 Conclusão completa
  • C10 Os tempos somam
  • C11 Proporção das fases
  • C13 Regra dos 30/70
  • C15 Três momentos de avaliação
  • C16 Comunicação dos resultados
  • C17 Avaliação em condições equivalentes
  • C18 Recursos declarados
  • C19 Prever alternativas
  • C20 Conteúdos no desenvolvimento
  • C24 Cobertura de domínios

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Fonte: Catálogo Nacional de Qualificações, lido a 31/10/2026.