UFCD CLC_4

Comunicação nas organizações

Carga horária
50 horas
Pontos de crédito
4,5

Objetivos

  • Utiliza terminologias adequadas na definição de orçamentos familiares e no preenchimento de formulários de impostos, aplicando tecnologias que facilitam cálculos, preenchimentos e envios.
  • Adequa-se a modelos de organização e gestão que valorizam o trabalho em equipa, em articulação com outros saberes especializados.
  • Compreende e aplica os princípios de funcionamento dos sistemas monetários e financeiros, enquanto elementos de configuração cultural e comunicacional das sociedades atuais.
  • Identifica os impactos de evoluções técnicas na gestão do tempo, reconhecendo os seus efeitos nos modos de processar e transmitir informação.

Conteúdos

  • A influência da Cultura nos modelos de organização, orçamentação e gestão financeira
    • <I>Conceitos-chave:</I> <I>cultura;</I> <I>arte;</I> <I>gestão</I> <I>orçamental;</I> <I>oferta</I> <I>cultural;</I> <I>financiamento</I> <I>cultural;</I> <I>defesa</I> <I>patrimonial;</I> <I>cultura</I> <I>e</I> <I>multiculturalidade;</I> <I>organização</I> <I>hierárquica</I> <I>e</I> <I>organização</I> <I>sistémica</I> <I>do</I> <I>trabalho</I>
      • Gestão da orçamentação privada reservada a vivências culturais e artísticas
      • Oferta cultural gratuita e oferta cultural paga: distinção e opção
      • Dimensão económica da Cultura e da Arte
        • Propósitos dos investimentos financeiros (públicos e privados) na Arte, Cultura e Lazer
        • Papel das instituições no desenvolvimento de estratégias de sustentabilidade financeira das atividades culturais
      • Cultura de defesa patrimonial regional, nacional e internacional: cultura e multiculturalidade
      • Paradigmas organizacionais das empresas e instituições e suas implicações na comunicação nas/entre as organizações
        • Organização hierárquica e organização sistémica do Trabalho: vantagens e desvantagens dos dois modelos
        • Vetores de perceção de uma cultura do rigor: cultura de cooperação, cultura de ambição, cultura de participação, cultura de inovação – consequências nas necessidades e caráterísticas da comunicação
      • Vivência egotista e em diferido, ou vivência partilhada e em tempo real: uma opção macro-estrutural de gestão da comunidade global
  • Suportes linguísticos indispensáveis aos processos de gestão pessoal, profissional, institucional e macro-estrutural
    • <I>Conceitos-chave:</I> <I>formulário;</I> <I>declaração;</I> <I>artigo</I> <I>técnico;</I> <I>folheto</I> <I>informativo;</I> <I>documentário;</I> <I>texto</I> <I>publicitário;</I> <I>requerimento;</I> <I>petição;</I> <I>acordo;</I> <I>tratado;</I> <I>hiperonímia</I> <I>e</I> <I>hiponímia;</I> <I>identidade</I> <I>e</I> <I>alteridade;</I> <I>texto</I> <I>de</I> <I>caráter</I> <I>autobiográfico</I>
      • Estruturas linguísticas específicas para a correta gestão financeira privada: preenchimento de cheques, interpretação de extratos, construção de folhas de receitas e despesas
      • Instrumentos de execução orçamental em contexto privado: formulários e declarações em suporte papel e digital
      • Leitura, interpretação e síntese de artigos técnicos e folhetos informativos acerca da gestão privada de bens e valores
      • Recursos e estruturas de Língua necessários ao registo de informação em folha de cálculo: hiperonímia e hiponímia
      • Adequação do registo discursivo aos suportes e interlocutores em contexto profissional: carta, fax, mensagem eletrónica, discurso oral sustentado e estruturado
      • Papel regulador e orientador dos relatórios críticos na gestão de equipas de trabalho
      • Importância da escuta/visionamento para integração de informação
        • Os textos publicitários áudio e <I>scriptovisuais</I> como forma de perceção do funcionamento dos sistemas financeiros
        • Documentários especializados em movimentos financeiros nacionais e internacionais
      • Tipologias textuais de interação com/entre instituições, no plano cultural e financeiro: requerimento, petição, outros
      • Leitura e interpretação crítica de textos com objetivos geoestratégicas: papel dos acordos e dos tratados na gestão da comunidade global
      • Implicação do Eu no discurso e gestão dos vetores espácio-temporais: apresentação e defesa de pontos de vista, convicções, ideias e ideais em textos de caráter autobiográfico, a saber, memórias, cartas, diários, relatos
  • Enquadramentos informativos e comunicacionais da gestão: construção de uma rede de interacções
    • <I>Conceitos-chave:</I> <I>privacidade;</I> <I>sobre-endicidamento;</I> <I>Orçamento</I> <I>Geral</I> <I>do</I> <I>Estado;</I> <I>crescimento</I> <I>económico;</I> <I>progresso</I> <I>social</I>
      • O exercício do direito de privacidade
      • Sobre-endividamento: conceito, prevenção e estruturas sociais de apoio
      • Importância dos sistemas de informação e respetivos mecanismos de comunicação nos ambientes profissionais
      • Orçamento Geral do Estado: contemplação financeira da cultura na generalidade e na especialidade
      • Serviços públicos de informação: objetivos culturais e limites financeiros
      • Distinção entre crescimento económico e progresso social, com base em informação veiculada pelos média
      • Adequação das estratégias de comunicação ao público-alvo e aos vetores espácio-temporais
      • Estratégias de seleção de informação na sociedade contemporânea
        • Massificação da iconografia e dos textos informativos
        • Exercício do pensamento crítico próprio
  • Áreas do Saber: Língua Portuguesa; Língua estrangeira; Geografia; História; Marketing; Contabilidade

O que o dossiê desta unidade te pede

A parte do dossiê técnico-pedagógico que cabe ao formador, para esta unidade:

  • o programa ou o plano do módulo, com o objetivo geral e os objetivos específicos;
  • um plano de sessão para cada sessão, com introdução, desenvolvimento e conclusão;
  • as fichas técnicas das atividades;
  • os instrumentos de avaliação, com a proposta de resolução.

No Docendo escolhes a unidade e propomos a divisão em sessões. Depois geramos cada sessão com o plano, as atividades e os instrumentos, e mudas tudo numa estrutura só.

Uma divisão possível em sessões

Com 50 horas, por exemplo:

  • 10 sessões de 5 horas
  • 13 sessões: 12 de 4 horas e 1 de 2 horas

É só um exemplo: a divisão é tua e da entidade formadora.

As regras que o Docendo verifica

Das 24 regras pedagógicas do Docendo, estas aplicam-se a cada módulo e a cada sessão:

  • C1 Objetivos presentes
  • C6 Três fases
  • C7 Introdução completa
  • C8 Desenvolvimento teórico-prático
  • C9 Conclusão completa
  • C10 Os tempos somam
  • C11 Proporção das fases
  • C13 Regra dos 30/70
  • C15 Três momentos de avaliação
  • C16 Comunicação dos resultados
  • C17 Avaliação em condições equivalentes
  • C18 Recursos declarados
  • C19 Prever alternativas
  • C20 Conteúdos no desenvolvimento
  • C24 Cobertura de domínios

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Fonte: Catálogo Nacional de Qualificações, lido a 31/10/2026.